Com uma moagem em torno de 7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar por safra e até 60% da matéria-prima vinda de fornecedores, o grupo Clealco registrava resultados inferiores à média da região Centro-Sul e da mesorregião paulista de Araçatuba, onde suas usinas estão localizadas. Para tentar reverter esse quadro, a sucroenergética iniciou um trabalho em parceria com a Planiagro Assessoria e Consultoria.
De acordo com o consultor Rodrigo Vinchi, essa jornada começou na safra 2023/24, com a análise do mapa e do calendário de colheita da companhia, considerando a classificação dos ambientes, como favoráveis ou desfavoráveis. “Havia um cenário de oscilação de raio médio”, relata durante evento do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) em Ribeirão Preto (SP).
Ele explica que havia “saltos” entre as localidades em que o maquinário deveria estar entre um mês e outro. “É um cenário logístico complexo porque há um mix de fornecedores bastante elevado; dificuldades em entregar cana; e produtividades baixas”, detalha. A avaliação considera duas usinas do grupo, localizadas em Clementina (SP) e Queiroz (SP).
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