A primeira levedura transgênica desenvolvida no Brasil para produção de etanol celulósico está sendo analisada pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio).
O microrganismo que está aguardando liberação foi desenvolvido pela GranBio e a documentação que o CTNBio possui em mãos possui mais de 365 páginas. O objetivo da GranBio é dar mais agilidade ao seu processo de fermentação que, atualmente, leva três dias (72 horas), e emprega as leveduras fornecidas pela holandesa DSM.
A nova levedura, conforme garante a BioCelere Agroindustrial, subsidiária da GranBio, “não é potencial causadora de efeitos adversos a saúde humana, animal e ao meio ambiente”. Esta afirmação será avaliada pelo CTNBio com base na documentação enviada.
Além do CTNBio, o público interessado também teve o direito de se manifestar. No entanto, este direito foi cerceado pela comissão ao impossibilitar o acesso à documentação durante a consulta pública (Veja as dificuldades impostas pelo CTNBio para liberar o acesso ao documento da GranBio).
Apesar dos entraves impostos pelo CTNBio e o período de consulta pública já ter encerrado, o documento chegou à redação do portal novaCana.
O arquivo apresenta uma série de informações técnicas e científicas, como a avaliação de risco à saúde humana e animal, métodos utilizados para a obtenção da nova linhagem e resultados de testes realizados em diferentes laboratórios.
A seguir o portal novaCana disponibiliza o documento completo enviado pelo CTNBio e apresenta alguns detalhes sobre a levedura desenvolvida pela GranBio.
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