A Raízen encerrou o terceiro trimestre da safra 2025/26 com piora nos principais indicadores financeiros, pressionada pelo desempenho do segmento de etanol, açúcar e bioenergia. No acumulado dos nove meses da temporada, os números também recuaram ante um ano antes. Os resultados foram divulgados nesta quinta-feira, 12, após o fechamento do mercado.
A companhia registrou um prejuízo líquido de R$ 15,65 bilhões no trimestre, ante perdas de R$ 2,57 bilhões no mesmo período da safra anterior, uma variação de 508,6%. Ao longo da temporada, o prejuízo já soma R$ 19,8 bilhões, superando em mais de 1.000% as perdas de R$ 1,66 bilhão contabilizadas em igual intervalo de 2024/25.
“Os resultados apresentados neste trimestre e ao longo do ano evidenciam que, do ponto de vista operacional, conseguimos demonstrar importantes avanços, mesmo em um ambiente macroeconômico adverso, com impactos negativos sobre a produtividade agrícola e, mais recentemente, sobre os preços de açúcar e etanol”, afirma a companha, em relatório.
Mas a administração acrescenta: “A companhia continua operando no curso normal de seus negócios e reforça o compromisso com a continuidade regular das operações, e com a manutenção da relação com nossos parceiros de negócios – clientes, revendedores e fornecedores –, ainda mais essenciais neste período”.
A receita líquida da Raízen somou R$ 60,39 bilhões no terceiro trimestre, queda de 9,7% em relação aos R$ 66,87 bilhões registrados um ano antes. Em nove meses, a receita alcançou R$ 174,52 bilhões, recuo anual de 11,7%.
Para saber mais sobre os resultados da Raízen – incluindo detalhes sobre os segmentos de etanol, açúcar e bioenergia, e de distribuição – acesse o texto completo (exclusivo para assinantes NovaCana).
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