No final do ano passado, o Itaú BBA já havia alertado que a diferença de saúde financeira entre as melhores e as piores empresas do setor – que sempre foi grande – tornaria-se “abissal”.
Números atualizados pela instituição e apresentados durante o novaCana Ethanol Conference mostram que a safra 2016/17 permitiu que muitas empresas sucroalcooleiras incrementassem seus resultados, melhorando indicadores financeiros e de endividamento.
No entanto, este cenário de melhora, como previsto, beneficiou o grupo de usinas que se encontram “na elite do setor”, fazendo com que essas empresas despontem cada vez mais na liderança do segmento.
Confira a seguir os dados médios das 35 usinas que formam os grupos A&B da cartela do banco e são responsáveis por 278 milhões de toneladas moídas na última safra:
- Receita líquida
- Ebitda
- Resultado Financeiro Líquido
- Capex Total
- Fluxo de Caixa Livre
- Dívida Líquida
“Os bons seguem investindo, seguem crescendo. Mas isso quer dizer que tem um outro segmento que, de fato, há muito tempo não faz Capex de maneira adequada” – Guilherme Pessini, Itaú BBA
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