Dado o potencial comercial das novas enzimas, demonstrado no aumento da degradação da biomassa, existe um grande interesse na descoberta.
"Não há dúvida de esta descoberta terá um impacto não apenas sobre os pesquisadores de todo o mundo que trabalham para resolver os problemas associados com a produção de biocombustíveis de segunda geração, mas também para os produtores de bioetanol, que agora têm mais uma ferramenta para ajudá-los a gerar biocombustível a partir de fontes sustentáveis", disse o líder da pesquisa.
As enzimas são consideradas um dos gargalos do etanol de segunda geração devido ao custo das doses e o tempo despendido no processo. A pesquisa teria chegado a resultados que minimizam esses dois aspectos.
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