Pesquisadores do Laboratório Nacional de Energia Renovável, do Departamento de Energia dos EUA, descobriram um micro-organismo capaz de colocar as atuais enzimas usadas no etanol de segunda geração em uma competição desigual.
Veja a seguir como foi a descoberta, os detalhes de como a enzima trabalha com a celulose, as diferenças entre os coquetéis de enzimas utilizados hoje e porque os custos tendem a cair com o aproveitamento desta nova enzima.
EXCLUSIVO PARA ASSINANTES
VEJA COMO É FÁCIL E RÁPIDO ASSINAR