O BNDES deu algumas pistas sobre quais estratégias o governo pode implantar no Brasil para fazer o etanol celulósico vencer os novos desafios e se firmar na matriz energética nacional. O banco sugeriu mudanças como uma forma de atualização da política governamental implementada alguns anos atrás para o etanol celulósico.
A fase inicial do plano do governo foi considerada um sucesso, com a significativa aprovação de 3,3 bilhões de reais de estímulo a nascente indústria dos biocombustíveis de segunda geração.
No entanto, os desafios agora são outros. A instituição de fomento do governo federal fala sobre eles e apresenta como o governo pode estabelecer políticas públicas para a nova fase do etanol que começa a ganhar forma no Brasil.
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