2ª Geração

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Desafios atuais do etanol celulósico fazem BNDES sugerir novas políticas de estímulo


NovaCana - Publicado: 16 Jan 2014 - 09:07 | Atualizado: 16 Jan 2014 - 15:46

O BNDES deu algumas pistas sobre quais estratégias o governo pode implantar no Brasil para fazer o etanol celulósico vencer os novos desafios e se firmar na matriz energética nacional.  O banco sugeriu mudanças como uma forma de atualização da política governamental implementada alguns anos atrás para o etanol celulósico.

A fase inicial do plano do governo foi considerada um sucesso, com a significativa aprovação de 3,3 bilhões de reais de estímulo a nascente indústria dos biocombustíveis de segunda geração.

No entanto, os desafios agora são outros. A instituição de fomento do governo federal fala sobre eles e apresenta como o governo pode estabelecer políticas públicas para a nova fase do etanol que começa a ganhar forma no Brasil.

Veja também:
- Os desafios que as usinas de etanol celulósico vão enfrentar
- Agora que os investimentos não são mais um problema, como deve o etanol de 2ª geração deve ser estimulado?
- A proposta de criação de um acompanhamento de custos, um benchmark para o mercado
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- EUA X Brasil X Europa: O volume de etanol de 2ª geração que o Brasil deve produzir


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