Mercado

Mercado

Os desafios da cogeração na visão da Unica

“Quem é que entra nesse negócio, sendo que em 2018 é a previsão de ficar pronta a sua conexão e em 2019 tem que iniciar o fornecimento? Uma escorregada neste planejamento e todo o ônus, todo esse risco, fica em cima do gerador”


NovaCana - Publicado: 26 Nov 2014 - 14:05 | Atualizado: 30 Nov -0001 - 21:00

Num evento que reuniu líderes do setor sucroenergético e da cadeia da biomassa em São Paulo na primeira semana de novembro, a União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica) deixou claro o que espera do governo e quais são suas demandas para o setor de bioeletricidade no Brasil.

Em painel que discutiu os desafios da biomassa, o gerente de bioeletricidade da associação, Zilmar Souza, soltou uma enxurrada de críticas e cobrou uma política energética mais “concatenada” com o setor sucroalcooleiro como um todo.

Entre os diversos ataques sobrou —mais uma vez — para as “super dimensionadas” projeções da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) quanto ao potencial da cana-de-açúcar para a geração de energia elétrica. “A Unica nem faz mais estudo de potencial. Estamos usando o Plano Decenal de Energia (PDE), ele tem sido muito mais otimista que as previsões do próprio setor.”

Confira a seguir um resumo da apresentação e a série de críticas apresentadas durante o evento que reuniu lideranças ligadas a bioeletricidade.


Exclusivo para Assinantes

EXCLUSIVO PARA ASSINANTES

O texto completo desta página estádisponível apenas aos assinantes do site!

VEJA COMO É FÁCIL E RÁPIDO ASSINAR