Num evento que reuniu líderes do setor sucroenergético e da cadeia da biomassa em São Paulo na primeira semana de novembro, a União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica) deixou claro o que espera do governo e quais são suas demandas para o setor de bioeletricidade no Brasil.
Em painel que discutiu os desafios da biomassa, o gerente de bioeletricidade da associação, Zilmar Souza, soltou uma enxurrada de críticas e cobrou uma política energética mais “concatenada” com o setor sucroalcooleiro como um todo.
Entre os diversos ataques sobrou —mais uma vez — para as “super dimensionadas” projeções da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) quanto ao potencial da cana-de-açúcar para a geração de energia elétrica. “A Unica nem faz mais estudo de potencial. Estamos usando o Plano Decenal de Energia (PDE), ele tem sido muito mais otimista que as previsões do próprio setor.”
Confira a seguir um resumo da apresentação e a série de críticas apresentadas durante o evento que reuniu lideranças ligadas a bioeletricidade.
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