CEO da Orplana e economista do Pecege Consultoria e Projetos analisam a produtividade e trazem pontos de atenção para os produtores
De nada adianta uma produtividade de três dígitos se o canavial não tiver longevidade e rentabilidade de caixa. A visão, compartilhada entre o CEO da Orplana, José Guilherme Nogueira, e o economista do Pecege Consultoria e Projetos, Haroldo Torres, foi trazida durante debate na sétima edição da Conferência NovaCana.
“Se olharmos do ponto de vista de geração de caixa, uma produtividade de dois dígitos com maior longevidade significa uma margem de lucro e uma rentabilidade muito superior à produtividade de três dígitos, mas com idade média de dois a três anos”, compara Torres.
Ele completa que a idade média do canavial não precisa ser vista como algo ruim, ao contrário: um canavial longevo, mas com uma produtividade média considerável é a “palavra do jogo” de rentabilidade no setor canavieiro.
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