Seis emissões de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs) feitas por sucroenergéticas subiram um degrau na classificação de risco da agência S&P Global Ratings. Destas, duas são da Cerradinho e quatro da Companhia Mineira de Açúcar e Álcool (CMAA), alcançando um saldo equivalente a R$ 1,26 bilhão. Os relatórios foram divulgados na última quarta-feira, 24.
Em todos os casos, as notas passaram de AA- para AA na escala nacional. Este patamar, de acordo com a S&P, significa que as companhias são capazes de suportar um forte nível de estresse e, ainda assim, cumprir suas obrigações financeiras. Para chegar a AAA, a S&P precisa se assegurar de que as sucroenergéticas aguentariam um quadro de estresse extremo.
Em relação à Cerradinho, a agência de classificação de risco já esperava por uma elevação desde setembro, quando as emissões foram colocadas em uma lista de CreditWatch positivo. “A ação de rating indica a revisão de nossa opinião de crédito sobre os ativos que lastreiam ambas as operações e que possuem a Cerradinho como devedora dos ativos subjacentes ou como fiadora”, afirma.
Saiba mais sobre as emissões de CRA e a opinião da S&P Global Ratings sobre a situação financeira das sucroenergéticas no texto completo (exclusivo para assinantes).
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