As recentes elevações dos preços internacionais e da moeda norte-americana impulsionaram os preços domésticos do milho ao longo da última semana.
Segundo pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq-USP, apesar de a colheita seguir em ritmo acelerado em relação ao ano anterior, produtores voltaram a se retrair, na expectativa de valorizações ainda mais significativas e de que novas altas sejam repassadas ao mercado interno.
Em 26 de julho, o Indicador Esalq/BM&FBovespa fechou a R$ 58,81 por saca de 60 quilos, alta de 2,3% ante o encerramento da semana anterior (R$ 57,48 por saca).
No campo, dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mostram que, até o dia 21 de julho, 79,6% da safra já foi colhida, avanço semanal de 5,4 pontos percentuais e alta de fortes 31 pontos em relação ao ano anterior. A Conab também aponta que a produtividade das lavouras foi afetada pela seca em alguns estados, como São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.
Com informações adicionais NovaCana