Além das vendas internas de combustíveis – que tiveram uma queda de 19 por cento no comparativo anual –, as compras externas de combustíveis também foram impactadas em maio.
No caso do etanol, as importações (anidro e hidratado) diminuíram 73,7 por cento em relação ao mês anterior, para 103,3 mil metros cúbicos.
“A queda expressiva das importações no mês de maio é reflexo, principalmente, pelo fato de o volume importado nos meses de março e abril terem excedido a cota estipulada para o trimestre”, disse a ANP, referindo-se à taxa de 20 por cento incidente sobre importações superiores a 150 milhões de litros por trimestre.
Já na gasolina, as compras externas diminuíram 26 por cento na comparação anual e 9,4 por cento ante abril.
Por fim, no diesel, o recuo foi de 36,4 por cento ante abril e de 8,3 por cento ante maio de 2017, enquanto a participação do volume importado nas vendas recuou para 21,7 por cento, de 27,9 por cento em abril.
José Roberto Gomes