Juntas, as três sucroenergéticas enviaram mais de 5 milhões de toneladas a outros países entre janeiro e junho de 2024
O açúcar foi o protagonista das últimas safras de cana. Com preços mais rentáveis do que o etanol, o produto ganhou a preferência das usinas, que não apenas maximizaram a fabricação da commodity, como também investiram para aumentar, ou até mesmo iniciar, a cristalização.
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em sua primeira estimativa para a temporada 2024/25, indicou que o Brasil deverá ter um novo recorde de produção de açúcar, ainda que com uma queda na moagem. Em sua segunda estimativa, a entidade projetou a fabricação de 46 milhões de toneladas do adoçante.
A maior produção e a rentabilidade se refletem nos dados de exportação. Conforme a agência marítima Williams Brasil, no primeiro semestre de 2024, o Brasil exportou 15,12 milhões de toneladas de açúcar, um acréscimo anual de 50,4%. No mesmo recorte de tempo em 2023, foram despachadas 10,05 milhões de toneladas.
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