O açúcar foi o protagonista das últimas safras de cana. Com preços mais rentáveis do que o etanol, o produto ganhou a preferência das usinas, que não apenas maximizaram a fabricação da commodity, como também investiram para aumentar, ou até mesmo iniciar, a cristalização.
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em sua primeira estimativa para a temporada 2024/25, indicou que o Brasil deverá ter um novo recorde de produção de açúcar, ainda que com uma queda na moagem. Em sua segunda estimativa, a entidade projetou a fabricação de 46 milhões de toneladas do adoçante.
A maior produção e a rentabilidade se refletem nos dados de exportação. Conforme a agência marítima Williams Brasil, no primeiro semestre de 2024, o Brasil exportou 15,12 milhões de toneladas de açúcar, um acréscimo anual de 50,4%. No mesmo recorte de tempo em 2023, foram despachadas 10,05 milhões de toneladas.
O montante atual também representa um novo recorde na série histórica, iniciada em 2011, superando em 29% as 11,72 milhões de toneladas vistas em 2021.
Além disso, de acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), de janeiro a junho, as usinas do Brasil produziram 15,92 milhões de toneladas de açúcar. Considerando este volume, o equivalente a 95% do total fabricado foi enviado a outros países.
A partir da base da agência marítima, o NovaCana elencou as cinquenta principais exportadoras de açúcar no primeiro semestre deste ano. No texto completo, exclusivo para assinantes, você confere a lista completa, assim como gráficos e análises:
- Histórico das cinco principais exportadoras do semestre
- Compradoras, portos de saída e destinos das maiores exportadoras
- Volumes exportados no primeiro semestre de 2024
- Principais destinos do açúcar brasileiro
- Principais tradings vendedoras
- Exportação de açúcar por porto
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