Os contratos futuros de milho negociados na bolsa de Chicago caíram nesta terça-feira, 13, mas permaneceram perto de suas máximas de quase três meses, uma vez que as previsões de colheitas reduzidas feitas pelo governo dos Estados Unidos continuaram a sustentar os preços, disseram traders.
Os negociadores também relatam incerteza sobre os suprimentos da região do Mar Negro, após críticas russas a um acordo diplomático que permite exportações marítimas de grãos da Ucrânia devastada pela guerra.
Na bolsa de Chicago, o contrato mais ativo do milho caiu 3,25 centavos de dólar, indo a US$ 6,9275 por bushel, depois de atingir o valor mais alto do contrato mais ativo desde 27 de junho na segunda-feira.
Uma previsão mais baixa para a safra de milho dos EUA havia sido antecipada por traders, mas uma colheita afetada pela seca na Europa e exportações interrompidas pela guerra da Ucrânia reviveram as preocupações com a oferta mundial.
Por sua vez, na bolsa brasileira B3, o movimento foi misto. O contrato do milho para novembro caiu 0,15%, para R$ 89,50 por saca de 60 quilos; já o com vencimento em janeiro de 2023 teve alta de 0,01%, indo a R$ 93,21 por saca.
Mark Weinraub
Com informações adicionais NovaCana