Em comparação com o ano passado, julho de 2016 representou queda na demanda por gasolina e etanol (convertido em gasolina equivalente). Com queda de 3,29%, o consumo do ciclo Otto (menos GNV) atingiu o volume de 4,371 bilhões de litros no último mês. Em 2015, o volume consumido do Ciclo Otto em julho foi de 4,520 bilhões de litros.
Com o resultado, no acumulado do ano os brasileiros seguem consumindo menos este ano em relação a 2015. A variação do consumo acumulado do ciclo Otto até julho de 2016, em relação ao mesmo período de 2015, apresentou que de 1,66%. Até julho do atual ano foram consumidos 30,370 bilhões de litros de combustíveis do Ciclo Otto no Brasil, frente aos 30,883 bilhões de litros no mesmo intervalo de 2015.


A demanda por etanol hidratado em julho também apresentou queda nos volumes consumidos em comparação com 2015. No mês foram consumidos 1,314 bilhão de litros do biocombustível de cana. O volume é 15,3% menor do que o consumido em junho.
O resultado é que, no acumulado do ano, a quantidade de etanol consumida permanece menor — 14% menos que o total consumido até julho de 2015. O volume da demanda até julho de 2016 foi de 8,539 bilhões de litros do renovável de cana, contra 9,947 bilhões de litros do mesmo período no ano anterior.


No último mês, o consumo do combustível fóssil ficou praticamente estável na comparação com julho do ano passado. Com um total consumido de 3,442 bilhões de litros em julho, o volume representou um aumento de 0,58% na comparação com igual período do ano passado. Em 2015, foram consumidos 3,422 bilhões de litros do combustível fóssil.
No acumulado do ano os resultados do combustível fóssil também são melhores do que os do biocombustível de cana. Enquanto o etanol apresentou queda, o volume consumido de gasolina C até julho de 2016 foi 2% maior do que o total consumido até o mesmo mês em 2015. A demanda até julho no atual ano foi de 24,331 bilhões de litros, contra 23,864 bilhões de litros no mesmo período de 2015.
Com uma leve recuperação, a participação do etanol hidratado na preferência do consumidor em relação à gasolina se manteve praticamente estável pelo segundo mês consecutivo. Em junho, a preferência do consumidor pelo biocombustível de cana girou em torno de 20,9% e, em julho, foi de 21,2%.

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