Há mais de dois anos sem vender um único centavo no A-3, onde a concorrência é acirrada e envolve fontes de energia não comparáveis, o setor sucroenergético acredita que no próximo leilão A-5, de 28 de novembro, levará vantagem sobre seus principais concorrentes.
“Vemos o leilão como uma oportunidade para o setor, até porque o preço teto aumentou 37% em relação ao último certame”, disse o gerente de bioeletricidade da Unica, Zilmar Souza, em entrevista ao portal novaCana.
Veja a seguir mais detalhes sobre os projetos à biomassa cadastrados, os fatores que deverão contribuir para o sucesso das usinas na disputa e a presença das retrofit no mercado.
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