Depois de um período de negatividade, o empresariado do setor de biocombustíveis está voltando a ficar mais confiante em relação ao futuro
Depois de um período de negatividade, o empresariado do setor de biocombustíveis está voltando a ficar mais confiante em relação ao futuro. É o que revelam os números mais recentes do Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Na edição de julho do levantamento, o setor de biocombustíveis ficou com 54,5 pontos. O valor é cerca de 17% melhor do que na virada do ano, quando o setor apresentou 46,6 pontos, e o maior desde outubro do ano passado. A melhoria no humor dos usineiros passou a ficar mais perceptível depois de março.
Mas, apesar do avanço, o setor ainda está abaixo da média histórica que é de 54,8 pontos.
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Depois de um período de negatividade, o empresariado do setor de biocombustíveis está voltando a ficar mais confiante em relação ao futuro. É o que revelam os números mais recentes do Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Na edição de julho do levantamento, o setor de biocombustíveis ficou com 54,5 pontos. O valor é cerca de 17% melhor do que na virada do ano, quando o setor apresentou 46,6 pontos, e o maior desde outubro do ano passado. A melhoria no humor dos usineiros passou a ficar mais perceptível depois de março.
Mas, apesar do avanço, o setor ainda está abaixo da média histórica que é de 54,8 pontos.
De um modo geral, o indicador setorial mostra que setor de biocombustíveis está mais confiante do que a indústria de transformação como um todo. Em julho, o agregado de todos os segmentos pesquisados pela CNI foi de 51,4 pontos, com um avanço de 5,4% desde o começo do ano.
Em compensação, o setor passou por um período de baixa confiança no período de transição entre o fim governo Bolsonaro e o terceiro mandato do presidente Lula. De dezembro até março, os números ficaram abaixo dos 50 pontos – número que delimita se o empresariado espera uma piora ou uma melhora nas condições econômicas.
Antes, o último período em que a confiança do setor se manteve no polo negativa por um período tão prolongado foi entre abril e julho de 2020. Naquele momento, o setor sentia o impacto da chegada da pandemia de covid-19 ao Brasil.
Na indústria de transformação o período negativo na virada do ano não foi tão extenso. A recuperação, contudo, está custando a vir. Em julho, o indicador agregado foi de 51,4 pontos apenas 5,3% maior do que o escore de janeiro.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com