ERRAMOS, às 12h19 de 08/12/2015 - Diferente do publicado orginalmente pelo novaCana.com, o processo para aprovação da compra da Ruette pela Black River ainda está sendo analisado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica e não foi aprovado até o momento.
Pedimos desculpas aos leitores pelo equívoco. O texto a seguir foi modificado para refletir a informação correta.
A transação que era dada como provável até setembro, agora está sendo avaliada pelo orgão.
A análise do Cade aproxima do término a novela que iniciou em março, com um surpreendente pedido de recuperação judicial da Ruette, que despertou a ira dos bancos, o que fez o grupo desistir da contenda e partir para a venda dos ativos. Depois disso, a companhia passou a buscar possíveis compradores e chegou a costurar acordos de confidencialidade com outros quatro investidores potenciais.
Apesar da Black River ser uma entidade independente para fins administrativos, é parte integrante do grupo Cargill, que possui atividades no setor sucroalcooleiro do Brasil. Por isso, a empresa, admite que o negócio envolve potencial sobreposição horizontal nos mercados de produção de açúcar, etanol e cogeração de energia, de integração vertical nos mercados de trading de açúcar e ainda na logística portuária de exportação de açúcar.
A última informação que o mercado possuía indicava que as negociações estavam avançadas, embora os bancos com dinheiro no grupo Ruette (ao todo exisitiam cerca de 30 instituições credoras) buscavam um valor maior, enquanto a Black River argumentava por um preço menor.
Veja a seguir os detalhes apresentados pelo Cade, a estrutura da operação, preço por tonelada em comparação a recente venda da Usina Santa Vitória (Mitsui/Dow) e a presença atual dos grupos envolvidos no setor.
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