O avanço da colheita da segunda safra brasileira de milho, novas estimativas oficiais indicando produção recorde no país e a melhora do clima nos Estados Unidos mantiveram compradores afastados do mercado à vista nacional ao longo da semana passada.
Segundo pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq-USP, nesse cenário, os negócios estiveram em ritmo lento, e os preços, em queda. “Vale lembrar que o Indicador Esalq/BM&FBovespa (Campinas-SP) opera nos menores patamares nominais desde agosto de 2020”, disseram, em nota.
No campo, em relatório divulgado nesta semana, a Conab reajustou positivamente a estimativa de produção para o milho segunda safra para 100,18 milhões de toneladas – um novo recorde. Com isso, a produção nacional de milho da safra 2022/23 é estimada em 129,96 milhões de toneladas, também recorde.
Em 11 de agosto, o indicador Esalq/BM&FBovespa fechou a R$ 52,84 por saca de 60 quilos, queda de 0,7% ante o encerramento da semana anterior (R$ 53,19 por saca).
Com informações adicionais NovaCana