A colheita de milho da segunda safra tem avançado com mais intensidade apenas em Mato Grosso. Ainda assim, segundo colaboradores consultados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq-USP, as expectativas quanto à produção e à qualidade do cereal são positivas na maior parte das regiões produtoras.
Quanto às negociações, a perspectiva de oferta elevada nas próximas semanas faz com que consumidores posterguem as aquisições, enquanto vendedores mostram interesse em comercializar o cereal no mercado à vista e/ou fechar contratos para entrega futura.
“Muitos estão flexíveis nos preços e nos prazos”, afirma o Cepea, em nota. “Esse cenário mantém os preços do milho em queda, movimento que vem sendo verificado desde março”.
Em 9 de junho, o indicador Esalq/BM&FBovespa fechou a R$ 53,73 por saca de 60 quilos, queda de 0,02% ante o encerramento da semana anterior (R$ 53,72 por saca).
Com informações adicionais NovaCana