O grupo francês Albioma, que desembarcou no Brasil no ano passado após a compra, por R$ 137 milhões, de 100% da termelétrica Rio Pardo, pertencente à usina de mesmo nome, começa a colher os resultados de seu primeiro investimento no país.
Com um modelo de negócios voltado à cogeração a partir do bagaço da cana-de-açúcar e completamente dissociado da produção de açúcar e etanol, a UTE Rio Pardo registrou em 2014 um crescimento no volume de energia exportada à rede, preço médio superior ao das principais empresas do setor e maior eficiência na geração de energia.
A seguir os números da empresa que pretende investir R$ 1,3 bilhão em unidades de cogeração no Brasil e estabelecer um novo projeto de cogeração a cada 12 a 18 meses.
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