Os preços do milho continuam em alta no mercado físico nacional, mesmo com o início da colheita da primeira safra no Sul. Segundo colaboradores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq-USP, as consecutivas valorizações têm preocupado compradores, que reportam dificuldades para recompor estoques.
No estado de São Paulo, especificamente, mesmo com o aumento da oferta do Centro-Oeste, os pesquisadores relatam que os compradores têm preferido o cereal paulista que estava nos armazéns desde a colheita da segunda safra. Menores volumes – a preços mais altos – têm sido adquiridos, mas com entrega rápida.
Entre 14 e 21 de janeiro, o Indicador Esalq/BM&FBovespa referente à região de Campinas (SP) subiu 1,6%, fechando a R$ 98,33 por saca de 60 kg na sexta-feira, 21, acumulando 15 dias consecutivos de alta e voltando aos patamares de agosto de 2021.