As cotações de milho seguem apresentando comportamentos distintos dentre as regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq-USP.
Nas praças consumidoras de São Paulo, os preços estão em queda, ao passo que no Sul do país, os valores seguem firmes, sustentados pelos danos causados pelo clima seco durante o desenvolvimento das lavouras.
Entre 28 de janeiro e 4 de fevereiro, o Indicador Esalq/BM&FBovespa, base em Campinas (SP), recuou 0,28%, fechando a R$ 97,13/saca de 60 kg na sexta-feira, 4.
“No geral, a liquidez está baixa”, afirma o Cepea, em nota. “Alguns vendedores têm sido mais flexíveis nos valores de venda, sobretudo quando há necessidade de fazer caixa. Já os mais capitalizados se mantêm afastados do spot nacional, à espera de novas valorizações”.
Ainda segundo os pesquisadores, muitos consumidores estariam resistentes em adquirir o cereal nos atuais patamares de preços. “Assim, esses demandantes trabalham com o produto em estoque”, conclui.