Financeiro

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A capacidade das usinas de se endividar não é infinita, diz BNDES sobre reclamações do setor


NovaCana - Publicado: 08 Out 2015 - 11:59 | Atualizado: 26 Jul 2017 - 09:49

Nas últimas semanas o BNDES foi alvo de diversas críticas do setor sucroenergético. As regras de financiamento impostas pelo banco para a renovação dos canaviais provocou insatisfação no setor sucroenergético, ainda mergulhado em um crise financeira.

A entidade que representa as usinas chegou a afirmar que as condições da nova ediçao do ProRenova “prejudicarão fortemente o processo de reestruturação das lavouras no Centro-Sul do País”. E foi além: “Em 2015, o Prorenova não foi a única linha lançada pelo BNDES que decepcionou o setor sucroenergético.”

Em sua quarta edição, o Programa de apoio à renovação e implantação de novos canaviais (ProRenova) reduziu substancialmente a abrangência da linha. A queda do orçamento disponível e o encarecimento da taxa de juros estreitaram a possibilidade de acesso das empresas do setor sucroenergético e também o tamanho da área plantada passível de financiamento.

A seguir:

- BNDES apresenta argumentos para mostrar como enxerga sua atuação no setor

- O equívoco no raciocínio das empresas que procuram o banco

- As declarações da Unica sobre a lógica das usinas

- Artur Yabe Milanez, do BNDES: “É natural que exista uma ansiedade e uma crença de que o BNDES possa, por si só, resolver essas questões, mas é uma visão que ignora o fato de que mais endividamento nem sempre é a solução”.

- “Privilegiada”. É essa a palavra que o BNDES usa para se referir à indústria sucroenergética.


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