Previsão é menor que a estimada em 2012 e volume produzido deverá suprir apenas um terço da demandaA projeção leva em conta as recentes autorizações para produção de biocombustíveis de segunda geração em escala comercial e a disponibilidade de novos financiamentos, assim como o abandono de alguns projetos previamente anunciados devido ao desafio tecnológico que a produção em grande escala de biocombustíveis avançados ainda apresenta.

A capacidade de produção de biocombustíveis avançados, ou "de segunda geração", deve ir dos 77 mil barris diários (12,24 milhões de litros) produzidos em 2012 para 156 mil barris por dia (24,8 milhões de litros) em 2018. A informação é do "Relatório de Médio Prazo do Mercado de Energias Renováveis", publicado pela Agência Internacional de Energia no final de junho, e indica uma redução em 25 mil barris (3,97 milhões de litros) da projeção feita na edição de 2012 do relatório sobre o médio prazo feito pela agência.
A agência diz ainda que mesmo operando com 100% da capacidade, o setor conseguirá produzir biocombustíveis avançados suficientes para suprir apenas um terço da demanda mundial.
A projeção leva em conta as recentes autorizações para produção de biocombustíveis de segunda geração em escala comercial na Europa e nos Estados Unidos e a disponibilidade de novos financiamentos, assim como o abandono de alguns projetos previamente anunciados devido ao desafio tecnológico que a produção em grande escala de biocombustíveis avançados ainda apresenta.
Segundo a IEA, as políticas públicas voltadas para os biocombustíveis de segunda geração ainda não são suficientes para diminuir os riscos envolvidos no investimento nas primeiras plantas de produção em escala comercial.
Além disso, os custos de produção ainda são muito altos, devido ao estágio inicial de desenvolvimento de tecnologia. A agência avalia, no entanto, que o potencial para redução destes custos é grande e que isso pode depender da adoção de economias de escala e da redução da volatilidade dos preços da matéria-prima, por meio do estabelecimento de um fornecimento estável de matéria-prima.
Segundo o relatório da IEA, este volume foi composto por 75% de biodiesel e querosene verde, e 25% por biocombustíveis substitutos da gasolina.
Somadas, as capacidades de produção das plantas de biocombustíveis sintéticos feitos a partir de biomassa, biocombustíveis à base de algas e etanol celulósico chegam a 35 mil barris por dia (5,56 milhões de litros).
Vivian Faria - NovaCana

A capacidade de produção de biocombustíveis avançados, ou "de segunda geração", deve ir dos 77 mil barris diários (12,24 milhões de litros) produzidos em 2012 para 156 mil barris por dia (24,8 milhões de litros) em 2018. A informação é do "Relatório de Médio Prazo do Mercado de Energias Renováveis", publicado pela Agência Internacional de Energia no final de junho, e indica uma redução em 25 mil barris (3,97 milhões de litros) da projeção feita na edição de 2012 do relatório sobre o médio prazo feito pela agência.
A agência diz ainda que mesmo operando com 100% da capacidade, o setor conseguirá produzir biocombustíveis avançados suficientes para suprir apenas um terço da demanda mundial.
A projeção leva em conta as recentes autorizações para produção de biocombustíveis de segunda geração em escala comercial na Europa e nos Estados Unidos e a disponibilidade de novos financiamentos, assim como o abandono de alguns projetos previamente anunciados devido ao desafio tecnológico que a produção em grande escala de biocombustíveis avançados ainda apresenta.
Segundo a IEA, as políticas públicas voltadas para os biocombustíveis de segunda geração ainda não são suficientes para diminuir os riscos envolvidos no investimento nas primeiras plantas de produção em escala comercial.
Além disso, os custos de produção ainda são muito altos, devido ao estágio inicial de desenvolvimento de tecnologia. A agência avalia, no entanto, que o potencial para redução destes custos é grande e que isso pode depender da adoção de economias de escala e da redução da volatilidade dos preços da matéria-prima, por meio do estabelecimento de um fornecimento estável de matéria-prima.
Resultados de 2012
Com 77 mil barris por dia (12,24 milhões de litros), a produção de biocombustíveis avançados em 2012 passou por um aumento de 40% em relação ao ano anterior.Segundo o relatório da IEA, este volume foi composto por 75% de biodiesel e querosene verde, e 25% por biocombustíveis substitutos da gasolina.
Somadas, as capacidades de produção das plantas de biocombustíveis sintéticos feitos a partir de biomassa, biocombustíveis à base de algas e etanol celulósico chegam a 35 mil barris por dia (5,56 milhões de litros).
Vivian Faria - NovaCana