Dificuldades climáticas que impactaram a produtividade e menor acesso a crédito são alguns dos problemas citados
Conforme cálculos do Pecege Consultoria e Projetos, 236,1 milhões de toneladas de cana da safra 2024/25 do Centro-Sul foram fornecidas por terceiros, ou 36% da moagem. Em 2023/24, por sua vez, 268,5 milhões de toneladas tiveram origem em produtores independentes; apesar de maior, o volume foi equivalente a 32% do total.
A estimativa foi feita a partir da amostra dos associados do Pecege, formada por em torno de 120 unidades agroindustriais. A fatia de cana de fornecedores apresentada é inferior aos dados tanto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) quanto da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que giram na faixa dos 40%.
Segundo números parciais de 2024/25, também analisados pelo Pecege, a maior parte da matéria-prima de terceiros teve origem no Mato Grosso, seguido por Minas Gerais e São Paulo. Quanto à representatividade de cada categoria no fornecimento, 87% eram pequenos produtores, ou seja, que produzem até 12,5 mil toneladas de cana por temporada.
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