Em meio a intensas discussões sobre o novo Padrão de Combustíveis de Baixo Carbono da Califórnia (LCFS, na sigla em inglês), um dos mercados mais atrativos para as exportações brasileiras de etanol, o Conselho da Qualidade do Ar (Carb) propôs oficialmente na semana passada mudanças que, se aprovadas, beneficiarão o biocombustível tupiniquim.
Numa etapa de negociação com usinas, entidades governamentais e indústria petroleira, o conselho discutiu novas propostas para a legislação, que visa reduzir a emissão de gases poluentes em 10% até 2020.
Segundo o Carb, os valores apresentados a seguir são o resultado de um novo modelo de cálculo da intensidade de carbono dos combustíveis e não simplesmente uma atualização do modelo até então em curso.
A proposta gerou críticas tanto das usinas brasileiras quanto dos fabricantes de etanol de milho.
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