Conforme esperado para o período de entressafra de cana, as exportações de açúcar em fevereiro ficaram abaixo da marca de 2 milhões de toneladas pela primeira vez desde abril de 2020. Ainda assim, foi por pouco: 1,85 milhão de toneladas vendidas, o melhor desempenho para o mês em cinco anos.
Além disso, a quantia enviada para fora do país ficou 43,3% acima das 1,29 milhão de toneladas vistas um ano antes. Os números detalhados sobre a exportação de açúcar foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia.
Em fevereiro, o preço médio da commodity foi de US$ 328,69/t, alta de 10,5% ante o mesmo mês de 2020. Assim, com um maior volume comercializado e um preço mais elevado, a receita com a exportação subiu 58,3%, chegando a US$ 607,77 milhões.
Considerando o tipo de produto exportado, a maior parte do volume movimentado em fevereiro foi do açúcar bruto, com 1,48 milhão de toneladas e um preço médio de US$ 320,40/t. Por sua vez, o mercado do refinado envolveu a exportação de 369,9 mil toneladas ao preço médio de US$ 361,84/t.
Nos dois primeiros meses de 2021, os envios do adoçante alcançaram 3,87 milhões de toneladas, 34% acima das 2,89 milhões contabilizadas um ano antes.
No bimestre, a commodity foi negociada, em média, a US$ 315,17/t, alcançando o rendimento de R$ 1,22 bilhão. Neste caso, houve uma elevação anual de 6,5% no preço e de 42,7% na receita.


Renata Bossle – NovaCana
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