Nesta semana, duas unidades produtoras de etanol de segunda geração nos Estados Unidos devem receber, entre os dias 24 e 31 de outubro, visitas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O departamento de biocombustíveis do banco será representado por seu chefe, Carlos Eduardo de Siqueira Cavalcanti, e pelo gerente Artur Yabe Milanez.
Não faltam motivos para o que o banco esteja interessado em acompanhar de perto o desenvolvimento do etanol celulósico. A instituição é o principal financiador dos projetos de segunda geração no Brasil, suportados pelo Plano Conjunto BNDES-Finep de Apoio à Inovação Tecnológica Industrial dos Setores Sucroenergético e Sucroquímico (Paiss). Além disso, por meio de seu braço de investimentos, o BNDESPar, também atua como sócio da principal usina brasileira de etanol celulósico, a Bioflex 1, da GranBio, em Alagoas. Para se tornar acionista, com participação de 15%, o banco assinou um acordo de R$ 600 milhões.
A seguir, conheça as unidades que serão visitadas por Cavalcanti e Yabe.
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