Os principais envolvidos com o etanol celulósico no Brasil estão concentrando seus esforços na tentativa de superar o que talvez seja a fase mais delicada da vida deste biocombustível.
Na semana passada o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) reuniu uma nata de profissionais que possuem interesse direto na segunda geração do etanol. O seminário “Avaliação do potencial competitivo do etanol de segunda geração (2G) no Brasil” reuniu empresários, usineiros, pesquisadores, entidades representativas dos setores sucroenergético e biotecnológico e emissários do governo.
O encontro revelou que a participação direta do governo é imperiosa para a viabilidade futura desse biocombustível.
Se antes o grande desafio era atrair investidores e obter recursos para aplicar na produção comercial de biocombustível a partir da biomassa — entendido como “coisa de laboratório” há pouco anos atrás — a questão agora é como criar um ambiente propício à manutenção dessas iniciativas e atração de novos apostadores.
Ou seja, as vitrines do E2G — que no Brasil são três, GranBio, Raízen e Abengoa — são peça-chave para o futuro.
Veja a seguir um resumo do encontro, os principais pontos apresentados, como estes profissionais veem o futuro do etanol celulósico e imagens do evento.
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