Os problemas políticos e econômicos que marcaram os últimos dois anos tiveram seu impacto nos números apresentados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) sobre o setor sucroenergético. Segundo o gerente do departamento de biocombustíveis do BNDES, Artur Yabe, a perspectiva é que, neste ano, os financiamentos aprovados cheguem a R$ 1,5 bilhão – um número 26% inferior aos R$ 2,04 bilhões do ano passado.
Ainda assim, o valor projetado implica em um adicional de R$ 900 milhões em aprovações até o final do ano. Ou seja, apesar das quedas nos números anuais, o sentimento do banco é de otimismo.
Ainda é cedo para se falar em patamares de investimento similares aos de 2010, mas o momento mais crítico já faria parte do passado. O raciocínio é derivado de uma análise do índice de alavancagem, que mede o risco financeiro das companhias.
Na reportagem a seguir:
- Perspectivas para o último trimestre de 2016
- Mudanças no ProRenova
- Gargalos do etanol celulósico e como as soluções estão aparecendo
- Tecnologias para o campo e como o BNDES visualiza o futuro do setor
- Investimentos na indústria
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