Os problemas das usinas comerciais de etanol celulósico — que motivou recentemente mais um reajuste de expectativas por parte da Novozymes — continua a impactar as companhias que investiram no biocombustível.
Com o combustível avançado enfrentando problemas ainda sem solução, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) incluiu ontem o etanol celulósico na sua lista de focos temáticos para receber dinheiro não-reembolsável, através do BNDES Funtec.
“O banco tem plena ciência de que essas plantas [da GranBio e da Raízen] têm desafios a serem superados.”
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