Depois de uma visita às principais usinas de etanol de segunda geração dos Estados Unidos, o principal banco investidor do biocombustível celulósico no Brasil mantém firme sua convicção no futuro desse negócio alimentado por palha, bagaço de cana e muito dinheiro.
Representantes do departamento de biocombustíveis do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) retornaram recentemente de uma viagem aos EUA, onde conheceram duas unidades produtoras de etanol celulósico. A visita, que não teve finalidade comercial, serviu também para algumas constatações sobre o desenvolvimento da tecnologia.
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