No Brasil os biocombustíveis e a eletricidade deveriam andar juntos, pois constituem uma sinergia e uma complementariedade perfeita. Apesar da temática de custos e competitividade ser essencial, as políticas públicas são fundamentais para que determinada tecnologia ocupe maior espaço na matriz de oferta de eletricidade.
No Brasil, historicamente, a eletricidade é lastreada em geração hidroelétrica. Mais recentemente, e especialmente ao abrigo do PROINFA, fontes alternativas foram privilegiadas para participar do fornecimento de eletricidade.
Entretanto, a falta de uma política pública de longo prazo tem gerado distorções importantes.
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