As apostas no etanol de segunda geração são altas, mas o biocombustível que promete revolucionar o setor ainda deixa dúvidas. Uma delas diz respeito ao modelo de usina que trará os melhores resultados. A partir desta incerteza e da possibilidade de aproveitar o bagaço tanto para a produção do biocombustível quanto de bioeletricidade, pesquisadores desenvolveram um estudo para descobrir que tipo de integração dá mais retorno para as unidades produtoras.
Leia a seguir:
- Os modelos de integração analisados
- Os resultados obtidos para cada um dos modelos
- Os fatores que influenciam estes resultados
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