Na última quinta-feira (20), o governo federal aumentou as alíquotas do PIS/Cofins para gasolina, etanol e diesel. Com isso, o imposto para a gasolina subiu de R$ 0,3816 para R$ 0,7925 por litro – uma alta de R$ 0,41. No caso do diesel, o aumento foi de R$ 0,2480 para R$ 0,4615 por litro.
Por fim, para o etanol, a alíquota do PIS/Cofins de produtores subiu de R$ 0,12 para R$ 0,1309. Já os distribuidores saíram de uma tarifa zerada para R$ 0,1964.
Segundo a equipe econômica responsável pela medida, a elevação da carga tributária dos combustíveis vai resultar em uma arrecadação adicional de R$ 10,4 bilhões este ano, que será direcionada para ajudar a tampar o rombo do orçamento, calculado em R$ 139 bilhões.
No momento do anúncio, a mudança na tributação foi justificada pela equipe do Ministério da Fazenda. "O aumento das alíquotas do PIS/Cofins sobre combustíveis é absolutamente necessário tendo em vista a preservação do ajuste fiscal e a manutenção da trajetória de recuperação da economia brasileira", relatou em nota.
Isso, contudo, não impediu que o aumento gerasse uma grande repercussão entre políticos, economistas, entidades do setor sucroenergético, representantes do setor, entidades da indústria e diversos sindicatos.
A seguir, o novaCana reuniu diversas opiniões – positivas e negativas – sobre a mudança do Pis/Cofins e os impactos da alteração tarifária.
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