A decisão da Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos de propor metas mais altas que as aguardadas pelo mercado de combustível para o uso de biocombustíveis avançados naquele país provocou, nas últimas duas semanas, uma elevação ao maior patamar em dois anos do prêmio para créditos RIN (Renewable Identification Number), ligados a biocombustíveis como o etanol brasileiro da cana-de-açúcar, na comparação com RINs de etanol de milho.
Como resultado, empresas norte-americanas recorreram ao etanol brasileiro pela primeira vez no ano e, se as condições forem mantidas, 2016 pode oferecer espaço para o Brasil enviar mais de 1,5 bilhão de litros.
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