Moagem acumulada: Desde o início da safra 2024/25 até 1º de fevereiro, a moagem atingiu 614,16 milhões de toneladas, ante 646,02 milhões de toneladas registradas no mesmo período no ciclo anterior – queda de 4,93%.
Usinas em operação: Operaram na segunda quinzena de janeiro 19 unidades produtoras na região Centro-Sul, sendo três unidades com processamento de cana, dez empresas que fabricam etanol a partir do milho e seis usinas flex (unidades com capacidade de produzir etanol de milho e de cana-de-açúcar). No mesmo período na safra 2023/24, operaram 21 unidades produtoras.

Produção acumulada de açúcar: Desde o início da safra, a fabricação do adoçante totalizou 39,8 milhões de toneladas, contra 42,13 milhões de toneladas do ciclo anterior (-5,52%).
Produção acumulada de etanol: No atual ciclo agrícola, a fabricação do biocombustível totalizou 33,19 bilhões de litros (+3,43%), sendo 21,11 bilhões de etanol hidratado (+9,84%) e 12,08 bilhões de anidro (-6,14%).
Etanol de milho na safra: No acumulado desde o início da safra, a produção de etanol de milho atingiu 6,78 bilhões de litros, avanço de 31,23% na comparação com igual período do ano passado.
Moagem quinzenal: Na segunda quinzena de janeiro, as unidades produtoras da região Centro-Sul processaram 239,37 mil toneladas ante as 709,8 mil toneladas da safra 2023/24, queda de 66,28%.

Análise sobre o andamento da moagem: Rodrigues esclarece que “a moagem nesse período é praticamente desprezível diante da quantidade de cana-de-açúcar do Centro-Sul”. O setor está na entressafra da região e o processamento de cana só deve começar a ser restabelecido em meados de março, acrescentou o executivo.
Produção quinzenal de açúcar: Assim, a fabricação de açúcar na segunda quinzena de janeiro totalizou apenas 7,3 mil toneladas.
Produção quinzenal de etanol: Na segunda metade de janeiro, a fabricação de etanol pelas unidades do Centro-Sul atingiu 401,8 milhões de litros, sendo 237,5 milhões de litros de etanol hidratado (+8,79%) e 164,3 milhões de litros de etanol anidro (+73,97%).
Etanol de milho na quinzena: Do total de etanol obtido na segunda quinzena de janeiro, 96,49% foram fabricados a partir do milho, registrando produção de 387,67 milhões de litros neste ano, contra 280,1 milhões de litros no mesmo período do ciclo 2023/24 – aumento de 38,40%.
Vendas mensais de etanol: Em janeiro, as vendas de etanol pelas unidades do Centro-Sul totalizaram 3,06 bilhões de litros, o que representa uma variação positiva de 2,07% em relação ao mesmo período da safra 2023/24.
Vendas doméstica de etanol: No mercado interno, o volume de etanol hidratado vendido pelas unidades do Centro-Sul totalizou 1,83 bilhão de litros em janeiro, registrando crescimento de 3,9% em relação ao mesmo período da safra anterior. A venda de etanol anidro, por sua vez, atingiu a marca de 1,09 bilhão de litros, com avanço de 5,34%.
Análise sobre o mercado de etanol: O diretor de inteligência setorial da Única destaca que “na segunda quinzena de janeiro, o volume de etanol hidratado vendido pelas unidades do Centro-Sul no mercado interno surpreendeu, superando 1 bilhão de litros pela primeira vez nessa safra e sendo o maior valor quinzenal registrado desde julho de 2019”.
Vendas acumuladas de etanol: Desde o início da safra 2024/25 até 1º de fevereiro, a comercialização de etanol pelas unidades do Centro-Sul somou 29,83 bilhões de litros, registrando crescimento de 10,73%. O volume acumulado de etanol hidratado totalizou 19,21 bilhões de litros (+18,18%), enquanto o de anidro alcançou 10,62 bilhões de litros (-0,6%).
Análise sobre a oferta de etanol: “A despeito da retração na moagem, a oferta de etanol cresceu devido ao aumento na produção de etanol a partir do milho, ao mix de produção mais alcooleiro nas usinas de cana, ao estoque de passagem mais elevado no início do ciclo 2024/25 e a redução nas exportações do biocombustível, permitindo um avanço significativo nas vendas no mercado interno”, explicou Rodrigues.
Mercado de CBios: Dados da B3 até o dia 10 de fevereiro indicam a emissão de 4,49 milhões de créditos em 2025 pelos produtores de biocombustíveis. A quantidade de CBios disponível para negociação em posse da parte obrigada, não obrigada e dos emissores totaliza 20,6 milhões de créditos de descarbonização.
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