A euforia com o etanol celulósico parece ter dado lugar a um realismo ponderado.
Os ambiciosos planos de expansão da nova indústria já não são mais anunciados com tanta convicção e otimismo como há alguns anos. Até mesmo os projetos mais avançados são comentados com parcimônia.
Em um evento realizado em Copenhague, na Dinamarca, em evento voltado a investidores, dois importantes players da indústria apresentaram de forma franca suas visões, aprendizados e apostas para o biocombustível.
Conjuntamente, a anfitriã Novozymes, empresa dinamarquesa de biotecnologia que fornece enzimas para a maioria dos projetos de etanol de segunda geração do mundo, e a Raízen, maior produtora de açúcar e etanol do Brasil, mostraram em 39 slides suas perspectivas sobre a conversão da biomassa em etanol.
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