Conforme cálculos da consultoria, investimentos em novas plantas e em ampliações somaram R$ 4,3 bilhões
Embora o setor sucroenergético discuta novos produtos e mercados, muitos dos investimentos realizados em curto prazo ainda são direcionados para um velho conhecido: o açúcar. De acordo com avaliação do sócio da FG/A, Juliano Merlotto, o ciclo de preços favorável do adoçante levou muitas companhias a renovarem as apostas na commodity.
Em palestra realizada durante a Conferência NovaCana 2024, ele observou que o açúcar chegou a remunerar 70% a mais que o etanol e que o momento de preços favoráveis tem sido mais longo. “Isso tem ajudado as usinas do ponto de vista financeiro. Um ciclo mais longo e mais agudo no curto prazo”, resume.
Por conta disso, as companhias não apenas maximizaram a produção como também investiram em ampliação de capacidade. Segundo Merlotto, com as condições ideais nos canaviais, o Brasil poderia se aproximar de uma produção de 50 milhões de toneladas de açúcar por safra.
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