Após uma sequência de aumentos no volume de etanol estocado pelas usinas brasileiras, que resultaram no volume recorde armazenado em primeiro de novembro, os níveis começaram a cair a partir de 16 de novembro, época em que as usinas já desaceleram sua produção com a proximidade do fim da safra.
Na última análise, referente aos 15 dias encerrados no primeiro dia de 2020, as usinas estocavam 8,05 bilhões de litros do biocombustível. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (13) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
O volume é 3,12% inferior ao mesmo período do ano passado, quando as unidades armazenavam 8,31 bilhões de litros. É, ainda, 13,69% menor que a posição na quinzena anterior à análise mais recente. É natural que, neste período, os estoques caiam devido à pouca ou inexistente produção das usinas, que estão em período de entressafra.
Do volume total, 4,98 bilhões correspondem ao etanol hidratado, 4,69% a menos que o mesmo período do ciclo anterior. A queda de volume, se comparado com os 15 dias anteriores, foi de 15,8%.
Já do anidro, usado em 27% na mistura da gasolina, as usinas armazenavam 3,07 bilhões de litros, 0,48% a menos que em 1º de janeiro de 2019, 3,08 bilhões.
Do total do biocombustível estocado, 4,88 bilhões de litros estavam nas unidades de São Paulo, maior estado produtor e consumidor de etanol do país. O volume representa 1,04% a menos que os 4,92 bilhões armazenados no mesmo período do ano anterior.
Dentro desse montante, 2,76 bilhões eram de hidratado, 2,66% a menos no comparativo anual. Já o anidro somava 2,11 bilhões de litros, demonstrando um aumento de 1,16%.






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