Apesar do bom momento que vive o setor, com preços elevados para o etanol e o açúcar, a situação financeira de algumas usinas podem ter alcançado um quadro irreversível. A agência de classificação de risco responsável por avaliar grupos sucroenergéticos que controlam 47 usinas no Brasil não está otimista. A mensagem que a Fitch Ratings transmitiu para os investidores na semana passada é de cautela e algum pessimismo.
O analista da Fitch, Claudio Miori, aponta para aqueles que estão aplicando dinheiro no ramo o que eles podem esperar para o setor nacional em 2016.
Na fala do analista fica claro que ainda é uma preocupação da agência a capacidade de refinanciamento de algumas companhias. A perspectiva da Fitch é que novos calotes ocorram.
A seguir os detalhes da análise.
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