Membros são responsáveis por propor aperfeiçoamentos à regulação e à RenovaCalc
Por meio de uma portaria publicada no Diário Oficial da União no último dia 6, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) alterou a relação de participantes do grupo técnico do programa RenovaBio. As mudanças, ao menos em parte, acompanham alterações nas equipes dos órgãos representados.
Oficialmente criado em 2018, o grupo tinha como objetivo apoiar a implementação da RenovaCalc, ferramenta que calcula as notas das companhias para a certificação no RenovaBio. Na sequência, ele também ficou encarregado de propor aperfeiçoamentos à regulação do programa e à própria calculadora, além de poder analisar e recomendar a inclusão de novas rotas de produção de biocombustíveis.
Com a mudança, o Instituto Brasileiro de Informação Ciência e Tecnologia (IBICT) deixou de ter representantes e o número total de membros foi reduzido de 26 para 22. As demais instituições foram mantidas. São elas: ANP, Ministério de Minas e Energia (MME), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Laboratório Nacional de Biorrenováveis (LNBR, antigo CTBE) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Por meio de uma portaria publicada no Diário Oficial da União no último dia 6, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) alterou a relação de participantes do grupo técnico do programa RenovaBio. As mudanças, ao menos em parte, acompanham alterações nas equipes dos órgãos representados.
Oficialmente criado em 2018, o grupo tinha como objetivo apoiar a implementação da RenovaCalc, ferramenta que calcula as notas das companhias para a certificação no RenovaBio. Na sequência, ele também ficou encarregado de propor aperfeiçoamentos à regulação do programa e à própria calculadora, além de poder analisar e recomendar a inclusão de novas rotas de produção de biocombustíveis.
Com a mudança, o Instituto Brasileiro de Informação Ciência e Tecnologia (IBICT) deixou de ter representantes e o número total de membros foi reduzido de 26 para 22. As demais instituições foram mantidas. São elas: ANP, Ministério de Minas e Energia (MME), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Laboratório Nacional de Biorrenováveis (LNBR, antigo CTBE) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Em relação aos representantes da ANP, a coordenação segue com Danielle Conde e seu suplente, Luiz Fernando Coelho. Também permanecem na equipe Joana da Rosa, Marcelo Carvalho e Maria Auxiliadora Nobre.
Entretanto, Carlos Orlando da Silva, Danielle Ornelas, Márcia Alves e Pietro Mendes foram substituídos por Eduardo Sande, Gustavo Menezes e Rafaela Moreira.
Quanto ao MME, o único profissional que permanece é Marlon Arraes. Assim, Marcos de Sant’Ana e Miguel Ivan Lacerda dão lugar a Daniel Mendes e Fábio Vinhado.
No caso da Embrapa, foram acrescidos Anna Leticia Pighinelli, Aryeverton de Oliveira e Priscila Sabaini. Todos os demais membros seguem: Gustavo da Silva, Marcelo Augusto Morandi, Marília Folegatti Matsuura, Nilza Ramos e Renan Novaes.
Já o LNBR retirou Antonio Bonomi e Otávio Cavalett, de modo que apenas Mateus Chagas o representará.
A Unicamp foi a única que não teve alterações, mantendo Arnaldo Cesar Walter e Joaquim Seabra.
NovaCana