Casos de infração aumentam em 2013 e uma usina chegou a ser suspensaA Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) fiscalizou no ano passado 146 usinas de etanol e encontrou irregularidades em 29 delas. O número representa um crescimento em relação ao ano passado, quando 23 usinas infratoras foram identificadas.
Além do número de problemas envolvendo o setor produtivo ter aumentado, a agência ainda aplicou penalidade mais severa para uma usina do setor. A unidade teve suas atividades suspensas.
Veja a seguir as principais infrações cometidas pelas usinas e o total de etanol apreendido em 2013 e 2012.
A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) fiscalizou no ano passado 146 usinas de etanol e encontrou irregularidades em 29 delas. O número representa um crescimento em relação ao ano passado, quando 23 usinas infratoras foram identificadas.
A principal motivação para infração foi a não apresentação de documentos referentes à qualidade do combustível, notada em 43% dos casos. Em 26% das infrações, os produtores não cumpriram notificação e em 17%, eles comercializaram ou armazenaram o produto não-conforme à especificação. Outros motivos listados nas infrações foram a não apresentação de informações à ANP e o destino de produtos para fonte diversa da autorizada.

Apesar de terem sido constatadas infrações em uma em cada cinco usinas de etanol fiscalizadas em 2013, o setor de biodiesel teve uma relação pior, com uma unidade infratora para cada 3,5 usinas fiscalizadas.
Considerando todo o mercado de combustíveis no Brasil, a ANP registrou pouco mais de 3 mil infrações. Os postos e revendedores de combustíveis e GLP, por sua amplitude no mercado, foram os maiores infratores, com 81% do total de problemas. Já as distribuidoras foram as mais problemáticas, com 259 infrações, ou um problema para cada 2,5 visitas dos técnicos da ANP.
Apreensão de etanol
A ANP também divulgou que, como resultado das ações de fiscalização com os revendedores de etanol, cerca de um milhão de litros de etanol foram apreendidos.
Um dos motivos para apreensão foi a falta de qualidade do etanol. Segundo a ANP, 1,6% do combustível da cana analisado não atendeu as especificações. "No etanol hidratado, 178 irregularidades foram detectadas nas ações de fiscalização, quase a metade decorrente de problemas no teor alcoólico e na massa específica", diz o documento.
Já em relação a gasolina, o principal problema foi a mistura de etanol em proporções diferentes de 20% e 25%, como determinava a lei em 2013.

NovaCana
Além do número de problemas envolvendo o setor produtivo ter aumentado, a agência ainda aplicou penalidade mais severa para uma usina do setor. A unidade teve suas atividades suspensas.
Veja a seguir as principais infrações cometidas pelas usinas e o total de etanol apreendido em 2013 e 2012.
A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) fiscalizou no ano passado 146 usinas de etanol e encontrou irregularidades em 29 delas. O número representa um crescimento em relação ao ano passado, quando 23 usinas infratoras foram identificadas.
A principal motivação para infração foi a não apresentação de documentos referentes à qualidade do combustível, notada em 43% dos casos. Em 26% das infrações, os produtores não cumpriram notificação e em 17%, eles comercializaram ou armazenaram o produto não-conforme à especificação. Outros motivos listados nas infrações foram a não apresentação de informações à ANP e o destino de produtos para fonte diversa da autorizada.

Apesar de terem sido constatadas infrações em uma em cada cinco usinas de etanol fiscalizadas em 2013, o setor de biodiesel teve uma relação pior, com uma unidade infratora para cada 3,5 usinas fiscalizadas.
Considerando todo o mercado de combustíveis no Brasil, a ANP registrou pouco mais de 3 mil infrações. Os postos e revendedores de combustíveis e GLP, por sua amplitude no mercado, foram os maiores infratores, com 81% do total de problemas. Já as distribuidoras foram as mais problemáticas, com 259 infrações, ou um problema para cada 2,5 visitas dos técnicos da ANP.
Apreensão de etanol
A ANP também divulgou que, como resultado das ações de fiscalização com os revendedores de etanol, cerca de um milhão de litros de etanol foram apreendidos.
Um dos motivos para apreensão foi a falta de qualidade do etanol. Segundo a ANP, 1,6% do combustível da cana analisado não atendeu as especificações. "No etanol hidratado, 178 irregularidades foram detectadas nas ações de fiscalização, quase a metade decorrente de problemas no teor alcoólico e na massa específica", diz o documento.
Já em relação a gasolina, o principal problema foi a mistura de etanol em proporções diferentes de 20% e 25%, como determinava a lei em 2013.

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