
A novela envolvendo as usinas do empresário alagoano e ex-deputado federal João Lyra (PSD) continua rendendo novos capítulos. Hoje (28) as usinas do grupo Laginha Agroindustrial perderam oficialmente o direito de produzir etanol, enquanto no processo judicial, que se arrasta há sete anos, representantes da massa falida e agentes do judiciário se intercalam em acusações.
O político octogenário acumula uma dívida com o negócio sucroalcooleiro estimada em mais de R$ 2 bilhões, em valores atualizados. A Laginha teve a falência decretada ainda em 2008 e o apagar das luzes do que já foi um dos mais tradicionais grupos da região segue um roteiro tumultuado.
A seguir os detalhes dos últimos acontecimentos, que envolvem o inédito cancelamento de autorizações pela ANP, o afastamento do juiz que conduzia o processo de falência e um pedido de destituição do comando da massa falida.
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