Grupo sucroenergético comercializou energia por meio de leilões e, posteriormente, solicitou a adequação de outorgas
O grupo Bazan, que controla duas usinas em Pontal (SP), teve três pedidos indeferidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no final de maio. O posicionamento da agência, publicado em um único despacho no Diário Oficial da União (DOU), refere-se a duas adequações em atos de outorga e a uma alteração de cronograma.
Segundo relatório do diretor da Aneel, Hélvio Neves Guerra, a sucroenergética afirmou que, por princípios de “realidade” e de “isonomia”, suas unidades termelétricas (UTEs) deveriam receber novas outorgas, com prazos de 35 anos. A companhia ainda pediu que a Aneel considerasse a divisão das unidades geradoras dentro dos empreendimentos, separando a “energia nova” e a comercializada na modalidade de ampliação dos leilões de energia.
O NovaCana entrou em contato com um represente da Bazan, solicitando um posicionamento sobre o assunto. Ele se limitou a dizer que a companhia teve “um problema de aluguel da linha de abastecimento” e reiterou que a questão deve ser resolvida “o mais breve possível”.
Conteúdo exclusivo para assinantes
Assine o NovaCana para ter acesso completo a todas as notícias, análises e relatórios do setor.
Assine agoraJá é assinante? Entrar