O Brasil e o mix de produção das usinas de açúcar e etanol já foram uma das peças mais poderosas no quebra-cabeça do mercado mundial de açúcar. O país, no entanto, perdeu força frente a safras recordes vindas da Ásia e a um consequente superávit global, que pode beirar 20 milhões de toneladas, segundo estimativa da Green Pool para a temporada 2017/18 (outubro a setembro).
Mesmo com uma perspectiva mais moderada, o Rabobank – que recentemente projetou um excedente de 10,1 milhões de toneladas – é categórico em afirmar que 2018 será “bastante desafiador” para os dois maiores produtores de açúcar do mundo: Brasil e Índia.
O estrategista global de açúcar da instituição, Andy Duff, comenta as dificuldades que ambas as nações estão enfrentando.
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