Se há pouco tempo as políticas públicas dominavam as discussões sobre as incertezas para o etanol, desde que o mundo começou a ter conhecimento da dimensão dos impactos do gás de xisto, ficou claro que o setor sucroenergético precisaria conhecer melhor os desdobramentos da produção e uso deste gás.
Para entender melhor como o setor de etanol deve ser impactado pela alternativa fóssil, o portal novaCana retoma comentários e preocupações de importantes personalidades nacionais e internacionais ligadas ao setor sucroenergético.
Além disso, a reportagem apresenta as expectativas do governo em relação à exploração do gás não convencional no Brasil e a leitura da experiência norte-americana.
A reportagem está disponível apenas para os assinantes, mas alguns trechos foram disponibilizados abaixo:
"A menos que o etanol faça concorrência, talvez tenhamos uma onda ou um tsunami de investimentos no gás natural, que é muito barato nos EUA. Para mim, o risco é não ter uma próxima geração do etanol que possa competir por preço com o gás de xisto e com o petróleo no médio prazo"
Carlos Gutierre, ex-secretário do Comércio dos EUA
"Três anos atrás se apostava que havia chegado a vez dos combustíveis renováveis, mas agora parece que não. Parece que agora é a era de ouro do gás natural e que este terceiro grande ciclo da economia mundial, novamente, vai se dar em cima de uma fonte fóssil"
Adriano Pires, do CBIE
"O trabalho nosso [do setor sucroalcooleiro] hoje é a aumentar a produção, reduzir custos e aceitar essas novas tecnologias"
Joel Velasco, vice-presidente da Amyris
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