Corretoras, bancos, consultorias e associações ligadas ao mercado de açúcar ao redor do mundo tiveram um assunto em comum nos últimos dias: a ameaça do El Niño.
O alerta principal que desencadeou as análises veio do Escritório de Meteorologia da Austrália, informando que a água do Oceano Pacífico "esquentou significativamente nos últimos dois meses" abaixo da superfície, anunciando o aumento das temperaturas na superfície, importante indicador de um El Niño.
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