De um ano para cá, o mercado de etanol foi marcado por altos e baixos em relação aos preços. Influências governamentais, valor do petróleo e da gasolina, câmbio, impactos climáticos, produção nas usinas e a greve dos caminhoneiros foram alguns dos fatores que entram na conta. Mas não foi apenas isso que impactou na temporada 2018/19.
Na novaCana Ethanol Conference de 2018, Martinho Ono destacou que o período de abril a agosto teve um movimento atípico de preços do renovável nas usinas em relação às outras safras.
“Em pouco mais de quatro meses, tivemos um solavanco, um preço que caiu de uma forma muito forte, recuperou de uma forma inesperada, caiu novamente e, agora, vemos sua reconstrução”, relatou e questionou: “A dúvida que temos agora é: para que sentido vai a curva de preço? Vamos mantê-la acima dos R$ 2 por litro, que o mercado alcançou agora, ou teremos novos solavancos?”
Observando os meses seguintes, houve certa estabilidade nos preços do etanol em São Paulo, maior estado produtor e consumidor do país. Além disso, também foi possível observar padrões, analisando os pontos mais elevados e mais baixos dos valores do renovável (na usina, nas distribuidoras e nos postos) e da gasolina, bem como a relação com os preços do petróleo.
Confira, na versão completa, análises destes momentos críticos da safra e o panorama da temporada 2018/19.
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